DOR DE CABEÇA

O que é?

A cefaleia ou dor de cabeça é um dos tipos de dor mais frequentes. Pouco menos de metade da população declara ter sofrido de dor de cabeça no ano anterior, enquanto quase 2/3 já sofreram dela alguma vez na vida. Quanto às duas formas mais importantes de cefaleia em particular, a cefaleia de tensão e a enxaqueca, os estudos levados a cabo nos E.U. e na Europa indicam que esta última afeta entre 5 e 9% de homens e entre 12 e 25% de mulheres. As cefaleias de tensão apresentam números ainda mais elevados: os inquéritos realizados nos E.U. referem 20-40%, mas um inquérito levado a cabo na Dinamarca apresentou mais de 80%.

Tipos de cefaleias

Mal di testa

Os termos genéricos de cefaleia, dor de cabeça ou enxaqueca na realidade englobam vários tipos. Existem as chamadas formas primárias, que ocorrem quando a cefaleia é, em si mesma, o problema, sendo as mais conhecidas as enxaquecas e as cefaleias de tensão, enquanto as secundárias se manifestam na presença de outras doenças. A título de exemplo, é o tipo de dor de cabeça que acompanha uma febre alta ou infeção, e não a dor de cabeça causada por um traumatismo na cabeça ou no pescoço ou pela presença de problemas no ouvido ou nos dentes.

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Sintomas

As cefaleias de tensão e as enxaquecas surgem com sintomas muito diferentes de uma pessoa para outra e, conhecendo-os, pode-se ajudar aqueles que sofrem de dor de cabeça para ver qual a melhor forma de os tratar.

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Informação indicada para referenciação médica do protocolo de dispensa autorizado com a alteração de estatuto para OTC

  • Idade inferior a 18 anos
  • Sintomas há mais de 7 dias
  • Incerteza no diagnóstico
  • Hipersensibilidade à substância
  • Qualquer das patologias ou situações, indicados de seguida:
  • Gravidez e/ou amamentação
    • Úlcera ativa, úlcera péptica recorrente / hemorragia (dois ou mais episódios distintos de ulceração ou hemorragia comprovada) colite ulcerosa, doença de Crohn
    • Hemorragia ou perfuração gastrointestinal, relacionada com terapêutica anterior com AINE`s;
    • Insuficiência cardíaca grave, insuficiência renal ou hepática
    • Broncospasmo, antecedentes de asma, rinite, urticária, edema angioneurótico ou associados ao uso de ácido acetilsalicílico ou outros AINE’s.
    • Alterações da coagulação (com tendência para aumento de hemorragia), hemorragia cerebrovascular ou outra hemorragia ativa;
    • Colite ulcerosa, doença de Crohn
    • Hipersensibilidade ao ibuprofeno ou a outros AINE`s
    • Hipertensão arterial não controlada, doença isquémica cardíaca estabelecida, doença arterial periférica, e/ou doença cerebrovascular
    • Desidratação significativa (causada por vómitos, diarreia ou ingestão insuficiente de líquidos);
    • Lúpus Eritematoso Sistémico (LES) ou outras doenças autoimunes. Distúrbio congénito do metabolismo da porfirina (por ex. porfiria intermitente aguda).
    • Alcoolismo crónico (14-20 bebidas/semana ou mais)
    • Doentes com problemas na produção de células sanguíneas de causa desconhecida
  • Indivíduos a tomar os medicamentos indicados de seguida
    • Lítio;
    • Inibidores da recaptação da serotonina  Metotrexato
    • Glicósidos cardíacos (digoxina);
    • Diuréticos,
    • Inibidores da IECA;
    • Antagonista da Angiotensina II (AAII)
    • Outros anti hipertensores
    • Colestiramina
    • Ciclosporina
    • Inibidores seletivos da cicloxigenase-2;
    • Ácido acetilsalicílico (doses baixas)
    • Corticosteroides
    • Anticoagulantes, agentes antiagregantes plaquetários; Ticlopidina:
    • Aminoglicosídeos; quinolonas,
    • Ginkgo Biloba
    • Mifepristona
    • Tacrolímus
    • Zidovudina
    • Inibidores CYP2C9
    • Antidiabéticos orais (sulfonilureias)
    • Probenecida ou sulfimpirazona
    • Fenitoína
  • Toma de algum medicamento para dores/febre nas últimas 4-6 horas
  • Doente imunodeprimido
  • Dor persistente há mais de
  • Febre há mais de 3 dias

Sugestões/tratamento

Podem ser tomadas algumas medidas para reduzir a frequência e a intensidade dos episódios dolorosos. O diário pode ajudá-lo a identificar possíveis fatores desencadeantes da enxaqueca, de modo a que ao eliminá-los se contribua para reduzir os ataques.

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No que respeita às cefaleias, por regra deve-se tomar um medicamento analgésico assim que surgir o primeiro sintoma e na sua dose mais baixa, o que permite que os sintomas fiquem completamente controlados o mais cedo possível.
Normalmente, os NSAID (fármacos anti-inflamatórios não esteróides), como o ibuprofeno, são eficazes para acalmar a dor causada por cefaleias de tensão ou enxaquecas. Entre eles está o Spidifen EF, uma fórmula que se absorve rapidamente graças à arginina, e que alcança níveis plasmáticos mais elevados e mais rapidamente do que os medicamentos mais habituais que contêm ibuprofeno.

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